O que é o amor?
Com esta pergunta podem surgir muitos sentimentos na nossa mente.
Amor é cultural, varia de cultura para cultura, varia na idade, varia de pessoa para pessoa, ai amor...
Cada um de nós o vê como representação do que conhecemos, há uma ligação direta entre o que pensamos e a realidade que conhecemos, nós só podemos reconhecer algo quando atribuímos significado através do mundo que sentimos e vemos, através da linguagem que nos é significativa.
Os meu pais vão fazer vinte e quatro anos de casados para a semana. Pois é.
Se tiveram momentos maus?
Com certeza!
Se discutiram?
Sem duvida.
Mas sabem o que eu vi em vinte e um anos?
Respeito, amizade, cumplicidade, tolerância, disponibilidade, amabilidade, compreensão, respeito, cuidado, preocupação, carinho, e respeito.
Ah! Já disse respeito?
De facto... é a palavra mais importante, vem antes de tudo e não preciso de falar de amor para que esta seja importante entre os seres humanos.
Já se sentiram desrespeitados?
Como se suporta esse ultraje?
Perdoando.
Mas perdoar não significa que aceitamos o desrespeito. E este é o problema. Nós como seres humanos quando gostamos de alguém (eu só me atrevo a falar do gostar, lamento) perdoamos muito. Esse alguém magoa-nos, nós perdoamos, esse alguém não gosta de nós da mesma forma? nós aceitamos, esse alguém é rude connosco? nós perdoamos, porque gostamos, e a relação é mais importante que as falhas ou que os mal entendidos, mas apenas porque há respeito. Porque está à nossa frente um ser humano, com um mundo dentro de si do qual nós só conhecemos um pouco... e vamos conhecendo e conhecendo e respeitando todas as suas falhas, assim como esse ser humano deve respeitar as nossas.
Amor é mutuo respeito. é reciprocidade, seja quais forem as palavras que surjam na vossa cabeça, uma coisa é certa, tem de ser reciproco.
Mas há falhas, e há falhas.
Há falhas que ferem, que cortam...
Há falhas que destroem.
O amor é feito de falhas também, falhas que permitem construções, não aquelas que desmoronam tudo, que deitam tudo a perder.
Que falhas são essas? São aquelas que nos fazem questionar o caracter de uma pessoa, são aquelas que não nos permitem ver mais, sentir mais do que um total vazio.
Um vazio por percebermos que se calhar nós idealizámos de mais, se calhar a pessoa que está ao nosso lado não é quem nós julgamos.
E o que fazer quando nos mentem, quando nos enganam, quando espezinham o nosso coração com indiferença? Sim, porque a indiferença é o maior ato de desamor que conheço. O não querer saber, o não pensar um segundo que seja no que a outra pessoa poderá sentir com os nossos atos, o não se importar de mentir, de enganar, a total indiferença... Chega a ser desumano, sabem?
Bom... Eu não sei o que é o amor, mas sei o que é felicidade.
Sei que uma relação é suposto fazer-nos felizes, não destruir nos por completo.
A minha alma está destroçada, o meu coração feito em pedaços, a minha mente baralhada.
Eu só consigo ouvir, é o fim.
Não sei o que é o amor, mas sei que isto não pode ser.
Com esta pergunta podem surgir muitos sentimentos na nossa mente.
Amor é cultural, varia de cultura para cultura, varia na idade, varia de pessoa para pessoa, ai amor...
Cada um de nós o vê como representação do que conhecemos, há uma ligação direta entre o que pensamos e a realidade que conhecemos, nós só podemos reconhecer algo quando atribuímos significado através do mundo que sentimos e vemos, através da linguagem que nos é significativa.
Os meu pais vão fazer vinte e quatro anos de casados para a semana. Pois é.
Se tiveram momentos maus?
Com certeza!
Se discutiram?
Sem duvida.
Mas sabem o que eu vi em vinte e um anos?
Respeito, amizade, cumplicidade, tolerância, disponibilidade, amabilidade, compreensão, respeito, cuidado, preocupação, carinho, e respeito.
Ah! Já disse respeito?
De facto... é a palavra mais importante, vem antes de tudo e não preciso de falar de amor para que esta seja importante entre os seres humanos.
Já se sentiram desrespeitados?
Como se suporta esse ultraje?
Perdoando.
Mas perdoar não significa que aceitamos o desrespeito. E este é o problema. Nós como seres humanos quando gostamos de alguém (eu só me atrevo a falar do gostar, lamento) perdoamos muito. Esse alguém magoa-nos, nós perdoamos, esse alguém não gosta de nós da mesma forma? nós aceitamos, esse alguém é rude connosco? nós perdoamos, porque gostamos, e a relação é mais importante que as falhas ou que os mal entendidos, mas apenas porque há respeito. Porque está à nossa frente um ser humano, com um mundo dentro de si do qual nós só conhecemos um pouco... e vamos conhecendo e conhecendo e respeitando todas as suas falhas, assim como esse ser humano deve respeitar as nossas.
Amor é mutuo respeito. é reciprocidade, seja quais forem as palavras que surjam na vossa cabeça, uma coisa é certa, tem de ser reciproco.
Mas há falhas, e há falhas.
Há falhas que ferem, que cortam...
Há falhas que destroem.
O amor é feito de falhas também, falhas que permitem construções, não aquelas que desmoronam tudo, que deitam tudo a perder.
Que falhas são essas? São aquelas que nos fazem questionar o caracter de uma pessoa, são aquelas que não nos permitem ver mais, sentir mais do que um total vazio.
Um vazio por percebermos que se calhar nós idealizámos de mais, se calhar a pessoa que está ao nosso lado não é quem nós julgamos.
E o que fazer quando nos mentem, quando nos enganam, quando espezinham o nosso coração com indiferença? Sim, porque a indiferença é o maior ato de desamor que conheço. O não querer saber, o não pensar um segundo que seja no que a outra pessoa poderá sentir com os nossos atos, o não se importar de mentir, de enganar, a total indiferença... Chega a ser desumano, sabem?
Bom... Eu não sei o que é o amor, mas sei o que é felicidade.
Sei que uma relação é suposto fazer-nos felizes, não destruir nos por completo.
A minha alma está destroçada, o meu coração feito em pedaços, a minha mente baralhada.
Eu só consigo ouvir, é o fim.
Não sei o que é o amor, mas sei que isto não pode ser.
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