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A mostrar mensagens de novembro, 2013

o que fazias tu ali?

A vida dá voltas, aliás a vida anda às voltas com o universo, num compilou de força e energia que nos rege, impulsiona para uns caminhos, expele de outros. E é assim que temos de encarar a vida com todas as trocas e baldrocas a que ela nos sujeita. Com uma visão positivista, se algo deu totalmente errado, é porque nem vale mais a nossa atenção, não era para ser, é porque não faz parte de nós nem nunca poderia fazer. E isto não é resignação, isto é auto-conhecimento, quando algo falha, é necessário haver uma introspecção para percebermos em que falhámos, uma falha não vem só, mas nós devemos preocupar-nos com as nossas, não é com as dos outros, mesmo que eles tenham falhado para connosco, isso significa que de algum modo nós também falhámos. É necessário reflectir muito, pois estamos a falar daquilo que faz de nós o que somos, as relações com o outro. Todas as pessoas que passaram pelo nosso caminho fazem parte de nós, com tudo aquilo que nos deram, e se só recebemos negatividade, inde...

Existência.

A existência reflecte a delicadeza de ser-se humano.  Quando falo em delicadeza, ela é real e é preciso ter cuidado ao lidar-se com pessoas, demonstrem elas a sensibilidade emocional ou não, porque, percebam, inteligência emocional, não é impermeabilidade ao sentir. e o sentir pode doer.  Muito ou pouco e poderá tornar-se prolongado, quando isso acontece estamos na área do sofrimento, e pensem, o sofrimento cria buracos emocionais. E os buracos emocionais são perigosos, quando demais, criam uma espécie de apatia humana. O que se traduz em apatia à vida. A vida é feita das nossas inter-ralações com os outros. Será mais saudável então a vida num turbilhão. A cima de tudo, é saudável ser-se autentico, e ser-se autentico passa por saber escolher os seres humanos de que nos rodeamos, um conselho, nunca se rodeiem de seres humanos que são compulsivamente eles próprios. Compulsivamente raparigas são irritantes, compulsivamente rapazes são insensíveis e ambos, são isentos de conteúdo...

zzzzzz

Gosto de pessoas revoltadas e activistas, mas opinar radicalmente em modo de anarquia absoluta todos sabem... por esse motivo gosto, principalmente, de pessoas que saibam falar, e quando digo falar, quero dizer politicar, e para politicar, ao menos façam no de modo critico, pois está claro, é disso mesmo que o activismo trata. Preciso de argumento, uma premissa isoladamente por si, não faz o mundo girar, eu quero mais, mais do que pessoas activistas, eu quero, seres pensantes, e ser pensante nem sempre é sinónimo de ser pensador. Com isto tudo, só tenho uma coisa a dizer: cala-te e pensa.