AIII
Ai, estudar psicologia deixa-me sempre de rastos.
Porque desenvolvo e treino cada vez mais a minha inteligência inter e intrapessoal.
Aprendo sempre mais sobre mim e sobre o outro.
Aprender é bom, mas a ignorância é mais fácil, mais feliz.
Não podia deixar de escrever um texto sobre esta imagem.
Principalmente no que diz respeito à bipolaridade Depressão/confiança.
E porquê?
Porque nunca tinha olhado para as coisas dessa forma.
Eu sei que a depressão é uma doença mental grave, complexa e que não se resume ao que aqui vou escrever mas...
Vamos pensar um pouco... A depressão poderá realmente ser a dicotomia de confiança, ou seja, se não confias, não de dás, se não te deres a ninguém quem perde és tu. Quem não socializa és tu, quem se tranca dentro de si e da sua própria infelicidade, o que a graus superiores e num longo espaço de tempo poderá levar à depressão. Ao sentires-te abandonado, entregue aos leões sociais, sem rumo.
A verdade é que temos de largar as nossas mágoas e confiar, confiar nos outros, confiar na vida.
O outro é vida.
Somo feitos das nossas interações sociais, e as nossas emoções são desencadeadas na relação com o outro, se não confias, não das aso a essa relação, seja o forum dessa relação aquilo que for. Confia.
As pessoas falham. Complica acreditar. Complica a confiança.
Mas ela tem de existir, por nós, por ti, pela vida que te espera.
As emoções são voláteis, transitórias, passageiras...
Mas são transitórias também no sentido que evoluem, se nós deixarmos.
Mas também morrem...
Ai
As nossas emoções tem tanta vida quanto nós. Se nós as deixamos morrer, nós morremos com elas e caímos... caímos na dor. caímos na depressão.
Não quero.
Não quero mais uma vida roubada por um coração vazio.
Não sentes porque já sentiste muito e te magoaste?
Eu também.
E agora?
Vamos ser apáticos ou empáticos?
Eu sinto.
Eu sinto por ti. Sinto muito. E se tu não sentes o mesmo, sinto muito, na mesma.
Os sentimentos nascem, crescem e morrem. O meu por ti pode crescer, nós podemos crescer. Mas também podemos morrer.
Os meus sentimentos são teus, mas...
Quanto dos teus sentimentos me pertencem?
Se valorizas os meus sentimentos, se valorizas os teus sentimentos, quero-te autentico e verdadeiro. Sempre.
Pensa.
Pensa nas palavras. Mas usa-as. Se eu estou a confundir tudo, outra vez, então diz-me e eu travo. Ou abrando?
Diz-me o que queres o que sentes. Não me deixes ultrapassar o limite relacional, se ele continuar a existir entre nós. Se não existe... Confia.
Nos meus sentimentos.
Confia
Em mim.
Pensa nas palavras. Mas usa-as. Se eu estou a confundir tudo, outra vez, então diz-me e eu travo. Ou abrando?
Diz-me o que queres o que sentes. Não me deixes ultrapassar o limite relacional, se ele continuar a existir entre nós. Se não existe... Confia.
Nos meus sentimentos.
Confia
Em mim.
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