sei que fervo em pouco, mas expludo com tudo. No dia em que as minhas intenções forem más e alguém conseguir entender a minha alma por completo, terá a liberdade para me julgar, até lá, meço as minhas palavras o melhor que consigo, toldo as minhas atitudes às situações e cada um tem de mim o que merece. Não é preciso ser má pessoa para magoar alguém, não é preciso muito para eu me desiludir, mas é preciso ser-se se forte para magoar alguém que sabe mexer nas palavras e fazer delas tanto abraços, como facas. Nunca feri de propósito, quando atiro, atiro à cabeça, se foi ao coração, peço desculpa. As palavras são assim mesmo, imprevisíveis e afiadas. Em almas como a minha, as palavras são tanto o meu pior inimigo, como as minhas melhores amigas, não vivia sem elas, perdi muito, mas ganho mais,
Não preciso de ti
- Estou a prever uma crise… - Então? - Oh, não sei, estou insegura, sei lá, o melhor é nem pensar muito, pode ser que passe. - E falares com ele e expores os teus receios, não? - Achas? Não posso, só f*do com ele, não tenho esse direito. Bem-vindos a geração que pode f*der, mas não pode demonstrar sentimentos. Há certas decisões que têm de ser tomadas e têm de o ser na altura certa. Ou vamos na onda do momento, que é relacionar-se sem se apegar e temos orgulho disso. Hoje este, amanhã aquele... arranjo estratégias para não confundir o nome nem trocar mensagens e está tudo bem. As mensagens também não são difíceis, é o básico, vejo-te hoje? Okay ali a estas horas. Ou então... somos nós próprios, temos sentimentos, temos medos, temos receios, demonstramos isso da melhor maneira que conseguirmos (nisso eu não sou exímia) e se isso assustar alguém ou não for de acordo com o contrato, hepa, eu não assino relações, eu vivo-as. E este tipo de "relação" (ou...
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