Existência.

A existência reflecte a delicadeza de ser-se humano. Quando falo em delicadeza, ela é real e é preciso ter cuidado ao lidar-se com pessoas, demonstrem elas a sensibilidade emocional ou não, porque, percebam, inteligência emocional, não é impermeabilidade ao sentir. e o sentir pode doer. Muito ou pouco e poderá tornar-se prolongado, quando isso acontece estamos na área do sofrimento, e pensem, o sofrimento cria buracos emocionais.E os buracos emocionais são perigosos, quando demais, criam uma espécie de apatia humana.O que se traduz em apatia à vida.A vida é feita das nossas inter-ralações com os outros.Será mais saudável então a vida num turbilhão.A cima de tudo, é saudável ser-se autentico, e ser-se autentico passa por saber escolher os seres humanos de que nos rodeamos, um conselho, nunca se rodeiem de seres humanos que são compulsivamente eles próprios. Compulsivamente raparigas são irritantes, compulsivamente rapazes são insensíveis e ambos, são isentos de conteúdo interessante. Claro está, isto se, como eu, não se identificarem e precisarem de conversas, por volta das três da manhã, num telhado dum prédio com alguém que fale convosco desde politica a física quântica, em vez de rapazes, mexericos, futebol e gajas. Claro que se forem compulsivamente vocês próprios existe uma certa equidade, o que torna a dinâmica saudável.Resumindo, não queiram fazer parte de algo que nunca fez parte de vós.


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