dá me um pouco do teu sorriso, um pouco da tua felicidade, um pouco da tristeza, um pouco dos problemas, dá me só um pouco de ti, mas não me dês um pouco dos teus sentimentos, disso, eu exijo muito.
Não preciso de ti
- Estou a prever uma crise… - Então? - Oh, não sei, estou insegura, sei lá, o melhor é nem pensar muito, pode ser que passe. - E falares com ele e expores os teus receios, não? - Achas? Não posso, só f*do com ele, não tenho esse direito. Bem-vindos a geração que pode f*der, mas não pode demonstrar sentimentos. Há certas decisões que têm de ser tomadas e têm de o ser na altura certa. Ou vamos na onda do momento, que é relacionar-se sem se apegar e temos orgulho disso. Hoje este, amanhã aquele... arranjo estratégias para não confundir o nome nem trocar mensagens e está tudo bem. As mensagens também não são difíceis, é o básico, vejo-te hoje? Okay ali a estas horas. Ou então... somos nós próprios, temos sentimentos, temos medos, temos receios, demonstramos isso da melhor maneira que conseguirmos (nisso eu não sou exímia) e se isso assustar alguém ou não for de acordo com o contrato, hepa, eu não assino relações, eu vivo-as. E este tipo de "relação" (ou...
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