Definitivamente a minha mente é tão equilibrada como o primeiro passo de um bebé, está uma confusão tão grande aqui dentro, estou tão perdida que até tenho saudades de quando a minha dor era real...nem uma lágrima, nem um gemido, nada... vazio... não sinto nada... Há dois anos para cá que me tenho obrigado a sentir aquilo que tenho a perfeita noção de ter perdido, talvez seja verdade que o primeiro "amor" é também o último. Agora perguntam-me, "passado este tempo ainda escreves sobre ele?"... eu respondo, "todos os dias"... 

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