Sim, eu podia interessar-me mas não consigo, por muito que tente, o meu interesse são as personalidade desequilibradas e fortes, não são as fracas nem os caracteres frágeis... Acredito que um dia poderão fortalecer todo o seu espírito, mas o método... O método tem de ser repensado ... A auto-estima não se constrói de fora para dentro. A unicidade é indubitável, embora nem todos conheçam a sua, a autenticidade é um valor a reter, a tua vida é demasiado valiosa, para quê essa incessante procura, o outro? Eu preciso do outro. Eu amo o outro. Eu odeio o outro. Eu não quero o outro com o outro. Eu quero possuir o outro. Eu quero estar com o outro. Outro. Outro. Outro.
Aiai, garanto-te que esse teu interior é dinâmico o suficiente para te entreter a vida toda. Não preciso de ti
- Estou a prever uma crise… - Então? - Oh, não sei, estou insegura, sei lá, o melhor é nem pensar muito, pode ser que passe. - E falares com ele e expores os teus receios, não? - Achas? Não posso, só f*do com ele, não tenho esse direito. Bem-vindos a geração que pode f*der, mas não pode demonstrar sentimentos. Há certas decisões que têm de ser tomadas e têm de o ser na altura certa. Ou vamos na onda do momento, que é relacionar-se sem se apegar e temos orgulho disso. Hoje este, amanhã aquele... arranjo estratégias para não confundir o nome nem trocar mensagens e está tudo bem. As mensagens também não são difíceis, é o básico, vejo-te hoje? Okay ali a estas horas. Ou então... somos nós próprios, temos sentimentos, temos medos, temos receios, demonstramos isso da melhor maneira que conseguirmos (nisso eu não sou exímia) e se isso assustar alguém ou não for de acordo com o contrato, hepa, eu não assino relações, eu vivo-as. E este tipo de "relação" (ou...
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